
Isolofobia: é o medo mórbido da solidão, de estar sozinho, de ficar isolado e ou sem a presença de outras pessoas.
11/12/2011
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11/12/2011
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Quem dera se apagar o passado fosse tão simples como apagar uma palavra escrita em um papel.
11/12/2011
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Tem um forever alone lendo essa frase. Ele vai ler até o fim, por que além de forever alone, é curioso, e vai confirmar isso dando uma risadinha.
11/12/2011
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Acabo de ler uma história bonita. Bonita é modo de dizer, porque há tristeza e felicidade oscilando nela. Uma mulher com uma sentença de morte - diagnosticada com câncer - e o seu noivo resolvem casar. Ela não sabe se vai estar viva para ver os fogos da virada do ano, por exemplo, nem se terá tempo para a própria lua de mel, mas casarão. Não são dois amantes corajosos 24h por dia. Os dois temeram antes de cada passo. Os dois choraram em consultórios médicos, abraçaram-se para espantar o medo da morte e trocaram olhares fundos para saber que um morava no coração do outro. E, por morarem tão lindamente assim, ele a pediu em casamento seguro de que isso poderia não passar de três meses. E ela aceitou mesmo após cogitar deixá-lo para que ele fosse mais feliz com alguém não marcado tão visivelmente para deixá-lo. Por amor, por um único ato de amor maior, ela abriria mão dele. Quem é que escuta que irá morrer em alguns meses e não pensa que é melhor afastar-se logo para não causar mais dor aos que ama? Perdoem-me, mas eu pensaria da mesma forma. Porém, mesmo afundada no medo, ela aceitou o desafio. Aceitou casar, mas não saiu correndo para o cartório: os dois organizam uma linda cerimônia num castelo. Eles são como um príncipe e uma princesa, porém, com um conto de fadas um pouco deslocado. Um conto de fadas com um final ainda desconhecido. O que se sabe é que casarão - se a vida, e a morte, assim desejarem. E, após, irão para a lua de mel e comprarão uma casa maior. Eles fazem planos. Eles correm um para o outro até hoje para poderem ouvir que tudo ficará bem, mesmo sabendo o quanto isso é ilusório. A morte pode interrompê-los a qualquer momento, inclusive lá, em pleno altar. A morte pode adiar o futuro inteiro que eles planejam. Mas quem disse que o amor acaba? Quem disse que a morte vence? Nas contas de alguns médicos, ela já deveria ter morrido. Ele, hoje, já estaria sem ela. Mas ela está viva e eles estão juntos. Ela dá passos largos para a vida a cada dia e ele vence o receio de perdê-la. Quem, por amor, consegue tanto? Quem chega a um amor deste nível? Quem ama tanto que se sente capaz de vencer a única coisa para a qual não encontramos saída na vida? Que vamos morrer é certo, mais cedo ou mais tarde. Mas que vamos morrer em meio a um louco e apaixonado amor, nenhum de nós gosta de calcular. Eu fico pensando neles, e pensando se sou capaz de amar assim. Porque amar além da morte não é para qualquer um. E amar, ao que parece, é muito mais intenso e enigmático do que morrer.
Camila Costa. (via a-q-u-a-r-e-l-a
)
10/12/2011
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10/12/2011
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